By: Eduardo Almeida- 29/6/2011
Em: editorial, Notícias & novidades - Comentários: 1 - Leituras: 2728
É com imenso prazer, que anunciamos para vocês, nossos clientes que caminharam conosco até aqui, que o novo Painel do Cliente já está em uma fase adiantada em seu desenvolvimento.
No Painel do Cliente, será possível gerenciar seus domínios, gerenciar e-mails e senhas, acompanhar o histórico financeiro, bem como emitir segunda vias de boletos, criar tickets de suporte, acompanhar seu projetos em andamentos, participar do FAQ, ter acesso às documentações de todos os softwares, dentre outros.
Nesta segunda-feira (27-06-11) foi liberado a Central de Tickets de Suporte. O acesso ao mesmo já está disponível para os clientes.
Quando o Painel do Cliente estiver 100% pronto, enviaremos para os clientes as novas informações para acesso ao mesmo. Por enquanto, os clientes que precisarem de criar tickets, basta solicitar o recadastramento via e-mail ou no telefone (27) 3021-1530.
Pros curiosos, segue 2 prints para uma pequena prévia.


By: Eduardo Almeida- 25/6/2011
Em: editorial, Segurança - Comentários: 0 - Leituras: 2132
Antes de qualquer coisa, é preciso saber que toda “estrutura computacional” possui “limites”. Limites estes do mais diversos tipos, como “limite de processamento”, “limite de conexões simultâneas”, “limite de armazenagem”, e por ai vai.
Um site, pra poder “ser acessível” pelas pessoas, precisa “estar hospedado” em uma “estrutura computacional” que tenha ligação direta com a internet.
Esta estrutura onde ele está hospedado se caracteriza pelo conjunto de “aparatos” necessários “para que o conteúdo do site” possa ser servido para a internet. Dentre estes aparatos, estão equipamentos como computadores de alta disponibilidade, switchs e roteadores por exemplo. Vale ressaltar que cada equipamento desses, possui seus próprios ”limites”.
Para que um site seja “servido” na internet sem nenhum problema, dois destes limites não poderão jamais ser “extrapolados”, e são eles:
Em ambas as situações o site poderá sair do ar.
O ataque DoS, ou Denial of Service, tem como propósito explorar estes “limites” e consecutivamente tirar o site do ar através de um grande número de conexões e operações simultâneas no site alvo.
Alguns ataques DoS não são necessariamente para tirar o site do ar, mas poderão criar muitos transtornos prejudicando serviços de e-mails, lentidão nas redes, dentre outros.
Como são feitos os ataques DoS?
Os ataques DOS podem ser feitos de diversas formas e podem ter diversos “tipos de alvos”. Mas um conceito que é comum á todos, é de que o “atacante” obtém controle de computadores diversos, e através deles realiza um grande número de requisições ao servidor alvo ao mesmo tempo.
Vale dizer que apesar dos ataques terem essa característica em comum, os “limites”que eles exploram nem sempre são os mesmos.
Alguns ataques propõem causar problemas no DNS (serviço de resolução de domínios), outros já exploram os limites do banco de dados ao realizar diversos cadastros ao mesmo tempo em um formulário no site, outros visam onerar os servidores de e-mail disparando milhões de mensagens falsas ao mesmo tempo. Enfim, as possibilidades são muitas.
Através de LOGs e varreduras é possível identificar as origens dos ataques e bloqueá-los consecutivamente.
Apesar de ser um tipo de ataque bem antigo, é obvio que sempre irão existir. Por isso é necessário tomar muitos cuidados tanto com as estruturas computacionais, tanto com a estrutura dos sites e aplicativos web em si.
Lembre-se, segurança nunca é demais.
By: Eduardo Almeida- 21/6/2011
Em: editorial, Ambientes & Linguagens - Comentários: 0 - Leituras: 2836
Essa é pro pessoal descontrair um pouco. Não levem pro lado pessoal, ahahahaha

By: Eduardo Almeida- 18/6/2011
Em: editorial, Produtos - Comentários: 1 - Leituras: 4203
O software e site para imobiliárias e corretores "Imóvel Manager" possui um poderoso gerenciador de fotos de imóveis.
Além de diversas funções como edição de fotos e backup de fotos, há também um excelente recurso de ordenamento das fotos.
Através do gerenciador de ordenamento de fotos na extranet, você poderá definir qual a odem de exibição das fotos no site.
Veja nesse vídeo como é facil ordenar as fotos dos imóveis:
Confira mais detalhes no link:
http://www.web2solutions.com.br/solucoes-web2/solucao/1/Para-imobiliarias/Imovel-Manager
By: Eden Cardim- 7/6/2011
Em: editorial, Notícias & novidades - Comentários: 0 - Leituras: 2199
O ecletismo do grupo São Paulo Perl Mongers tem gerado inúmeras discussões de cunho político, já a um bom tempo. Foi nessa linha que o então líder do grupo, Thiago Rondon, deu início ao projeto Opendata BR, influenciado pela repercussão a respeito do wikileaks.
A iniciativa propõe a publicação adequada de todos os dados públicos produzidos no Brasil, como tentativa de melhorar a transparência administrativa. O objetivo do projeto é disponibilizar uma plataforma de coleta e acesso a dados, que idealmente irão incluir uma especificação de armazenamento de dados e uma API para interagir com eles.
Infelizmente, os dados disponibilizados pelo estado não apresentam padrão algum e não são adequados para análise computacional. Isso dificulta a formação de uma comunidade de desenvolvedores que estejam dispostos a desenvolver soluções de análise desses dados em conjunto.
Ainda não se sabe ao certo se isso acontece por conta de incompetência administrativa, falta de recursos ou se simplesmente é uma forma do estado evitar de ser transparente.
Um dos primeiros resultados visíveis do projeto é o http://paraondefoiomeudinheiro.com.br. Acessando o site, você consegue visualizar os gastos do estados em diversas áreas da admnistração pública e navegar para dentro de setores mais específicos. Você também pode informar a sua contribuição de imposto e calcular o valor exato de quanto do seu dinheiro está indo para cada área.
O mais interessante é que esse serviço foi montado em um final de semana pelo Thiago Rondon, foram 18 horas de trabalho no total, sinal de que não é tão difícil montar e manter esse tipo de coisa.
A plataforma é toda escrita baseada na linguagem Perl, devido à imensa quantidade de soluções de processamento de texto disponíveis para essa linguagem.
O principal desafio do projeto é transformar os dados em formato arbitrário fornecidos pelo governo em um formato mais adequado para exibição hierarquica numa página web.
DBIx::Class
Para integrar o schema do banco com o framework, só é preciso informar os dados para conexão.
package CMD::Model::DB;
use strict;
use base 'Catalyst::Model::DBIC::Schema';
__PACKAGE__->config(
schema_class => 'CMD::Schema',
connect_info => {
dsn => 'dbi:mysql:db=cmd',
user => 'cmd',
password => 'cmd',
}
);
1;
A partir daí, a conexão acontece automaticamente ao se executar a aplicação, inclusive com re-estabelecimento também automatico, caso algum problema ocorra. O banco pode ser consultado usando o objeto $c, que é passado para todas as subrotinas dos controllers automaticamente pelo framework. Alguns exemplos de interação:
# criar um registro
my $new_node = $c->model('DB::Node')->create({
content => 'foo',
valor => 10,
parent => $node
}
);
# consultar registros
my $node_rs = $c->model('DB::Node')->
search({content => 'foo'});
my $parent_node = $node->parent;
# obter pai do nó atual
$c->stash(foo => 'bar');
$c->forward('View::JSON');
# responde a requisição http com {"foo":"bar"}
O processo começou com a importação de dados em formato CSV, do portal de transparência. Essa foi a principal dificuldade do projeto, o formato dos dados não é adequado para o tipo de navegação apresentada. Então foi necessário renormalizar os dados para uma estrutura de dados em árvore. Se os dados estivessem disponíveis já nesse formato, o serviço poderia ter ido ao ar em apenas 8 horas.
As subdivisões das categorias de despesas podem ser modeladas através de uma árvore.

O banco de dados foi populado a partir de um algoritmo que injeta as linhas do CSV em um banco de dados relacional. A princípio, foi utilizada a abordagem de conjuntos aninhados (nested set), que, como o nome indica, representa a árvore através de relações de pertinência entre conjuntos.

Por ser baseado em conjuntos, o DBIx::Class facilita a implementação desse tipo de modelagem, em particular, já existe uma implementação pronta no CPAN, o DBIx::Class::Tree::NestedSet.
Com o schema do banco de dados implantado, basta parsear o CSV e utilizar as operações fornecidas pelo DBIx::Class::Tree::NestedSet para inserir os nós na árvore, sem ter que escrever o SQL manualmente.
A principal vantagem em não ter que escrever SQL é que a aplicação adere a uma abstração de árvore, invés de uma implementação em baixo nível. Dessa forma, fica fácil trocar a implementação por outra mais adequada no futuro. Isso eventualmente aconteceu no projeto, a troca para uma abordagem de lista de adjacências precisou apenas de ajustes no schema, e da instalação do DBIx::Class::Tree::AdjacencyList, que envolve apenas a troca de
__PACKAGE__->load_components(qw/Tree::NestedSet/);
para
__PACKAGE__->load_components(qw/Tree::AdjacencyList/);
O restante do código permaneceu idêntico, sendo necessária apenas a re-importação do CSV para o novo formato de árvore.
Depois de transformar os dados para uma árvore dentro do banco de dados, fica fácil gerar o conteúdo usando os métodos disponíveis na implementação de árvore. Acontece algo como:
$c->stash->{node} = $c->model('DB::Node')->find({node_id => $id});
$c->forward('View::JSON');
O código está disponível na íntegra em https://github.com/maluco/CMD. Saiba mais sobre o projeto OpenData BR em http://opendatabr.org/.
By: Eduardo Almeida- 6/6/2011
Em: editorial, Produtos - Comentários: 0 - Leituras: 1263
O software e site para advogados "Advogado Manager" atualiza sozinho o andamento de todos os processos cadastrados no banco de dados.
Através dos números dos processos, ele se "conecta" ao site do Tribunal de Justiça onde o processo está protocolado e consulta todo o andamento do processo, e em seguida, atualiza o seu próprio banco de dados.
Cada processo é sincronizado separadamente, retornado a tela do usuário o status daquela sincronização.
Nos Tribunais que forem exigidas captchas (código de verificação), o próprio sistema se encarregará de ler o código, salvo em condições extremas, onde o código de verificação aparecerá na tela do usuário para que ele mesmo possa digitar.
Veja nesse vídeo como é facil atualizar o andamento dos processos:
Através do console do console do Google Chrome, fica transparente a sincronização de cada processo.
By: Eden Cardim- 6/6/2011
Em: editorial, Geral - Comentários: 0 - Leituras: 251
Depois de passar alguns anos protelando minha atividade no blog por conta da adoção debike-shedding e yak-shaving como principais esportes, finalmente estou postando no blog de novo. A motivação veio de uma combinação inusitada de um typo numa conversa via IRC e as memórias de um outro esporte, da minha juventude como habitante da zona rural baiana: babá vs “baba”.
Pra quem não sabe, “baba” é o léxico baiano prum esporte conhecido em outros lugares do Brasil como “pelada”, “racha” ou “rachão”, uma espécie de fusão entre biatlo e futebol. As regras são simples: reunem-se alguns conhecidos, e como era de se esperar, acontece em dois tempos. No primeiro tempo, todo mundo corre atrás de um objeto esferóide qualquer até o último atleta cair de exaustão. No segundo tempo, bebe-se cerveja até que novamente, caia o último atleta. No próximo final de semana, está todo mundo lá pra repetir a dose, quem já praticou o esporte, sabe o quanto é divertido. Eu nunca experimentei, mas dizem que inverter a ordem em que são jogados os tempos é mais divertido ainda.
Por outro lado, “babá” é um termo que todo mundo conhece. É aquela pessoa que esquenta mamadeiras, troca as fraldas e passa talquinho na bunda de bebês chorões. É dessa palavra que vem um outro termo composto: o estado-babá, que é a mesma coisa, mas escalado pra alguns milhões de mimadinhos a mais. É baseado em ter uma estrutura governamental centralizadora e protecionista permanentemente. Os cidadãos se acostumam tanto com a estrutura que não conseguem mais viver sem ela. No Brasil, por exemplo, é de praxe reclamar do estado a esmo e gratuitamente, sempre ressaltando o óbvio. “O sistema de educação pública é uma merda”. “A saúde pública é lastimável”. “Os estadistas são todos corruptos”. “Tinha que ter mais fiscalização”. “buáaaaaaaa”. Ok, tudo bem que tem muita coisa pra melhorar, e todo mundo tem direito de reclamar. Porém, reclamar sem oferecer uma contrapartida não é muito produtivo e é típico do comportamento de um recém-nascido. Manter um serviço hospitalar para tratar 195 milhões de pacientes em potencial não é uma tarefa trivial, esse sim requer um gênio pra funcionar. É por isso que as iniciativas privadas sequer oferecem o serviço similar, no máximo, um plano de saúde (que faz de tudo pra tentar não te atender).
A abordagem do “baba” geralmente funciona melhor do que o da “babá”. É assim que o Brasil, com incentivos relativamente mínimos1, se mantém na elite do futebol profissional mundial. No “baba”, sempre tem algumas figuras notáveis, de uma forma ou de outra são análogos aos papéis que temos numa comunidade de software livre:

http://haskell.org/haskellwiki/BayHac2011

http://blogdosquarentoes.blogspot.com/2011/02/futebol-domingo-na-ufra.html
É assim que funciona uma comunidade de software livre, a sinergia é natural, essas figuras, ocupam naturalmente o seu papel, e no final das contas, todo mundo fica feliz e produtivo ao mesmo tempo. As “peladas” espalhadas e descentralizadas por aí acabam sinergizando involuntariamente para formar uma seleção de jogadores bastante competente e competitiva. Sempre tem aquele cara que fica de fora do jogo por algum motivo qualquer, e depois reclama “que ninguém chamou”, mas quem realmente está disposto a jogar, sempre aparece no campo vestindo a chuteira. Dentro de comunidades onde todos são voluntários e a quantidade de recursos é escassa, é inevitavel que de uma forma ou outra, essa estrutura tome forma, e saber lidar com cada papel é fundamental, porque todos eles são necessários.
1 Compare o investimento em “saúde” e “desporto e lazer”http://www.paraondefoiomeudinheiro.com.br/node/2010/1532602http://www.paraondefoiomeudinheiro.com.br/node/2010/1448396
2 O cara que nunca lê FAQ, manuais e sempre faz pergunta na mailing list sem procurar no google antes.
By: Eduardo Almeida- 27/8/2010
Em: editorial, Produtos - Comentários: 0 - Leituras: 975
By: Eduardo Almeida- 27/8/2010
Em: editorial, Produtos - Comentários: 0 - Leituras: 1098
By: Eduardo Almeida- 27/8/2010
Em: editorial, Produtos - Comentários: 0 - Leituras: 887
By: Eduardo Almeida- 26/8/2010
Em: editorial, Geral - Comentários: 0 - Leituras: 962
Hoje, qualquer pessoa envolvida com a prática ilícita - usuário de programa "pirata", comerciante ilegal ou cúmplice na pirataria corporativa - está sujeita a punições que variam de seis meses a dois anos de detenção, além do pagamento de indenização milionária aos produtores do software.
De acordo com a lei brasileira, cabe ao empresário responder por qualquer irregularidade que ocorra na companhia, inclusive as praticadas por funcionários.
A reprodução ilegal de software para uso interno, sem as respectivas licenças de uso (pirataria corporativa), é uma das mais comuns. Esta prática, dentro das empresas, é responsável por mais da metade das perdas sofridas pela indústria mundial de software.
Infelizmente, ainda são poucas as empresas que adotam uma postura preventiva. A maioria faz vistas grossas e é, justamente aí, que mora o perigo, são constantes as ações de busca e apreensão de software irregular em todo o país, com prisões em flagrante e abertura de processos civis e criminais.
O preço pelo desrespeito aos direitos autorais, portanto, é muito alto. Danos irreversíveis à imagem pessoal, profissional ou empresarial são apenas alguns exemplos do que acontece àqueles que se julgam "espertos", acreditam em impunidade e preferem pagar para ver.
Retirado de: Associção Brasileira de Empresas de Software
Desde de 1998 ...
a WEB2 vêm desenvolvendo sites, softwares, implementando ambientes servidores,
prestando consultoria na área de segurança para diversas empresas
como bancos, imobiliárias, agências, cartórios, escritórios de advocacia e até
empresas multi-nacionais. Trabalhamos para criar
experiências intuitivas para os usuários, desenhar interfaces ricas e
elegantes, desenvolver aplicativos úteis, consolidar sites e produtos
que ajudamos a criar, seja desenvolvendo, analisando ou melhorando sua performance. Resumindo, construímos "business" para internet.
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